Arquivo Mensal janeiro 2013

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O show de Truman – 1998

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Truman é uma pessoa especial, o mundo gira ao seu redor, todos sabem, menos ele. O filme narra a história de Truman Burbank (Jim Carrey) que desde o momento de sua gestação tem o acompanhamento ininterrupto de uma câmera de televisão, relatando 24 horas, sete dias por semana, tudo o que lhe acontece. O criador do programa, Christof (Ed Harris), conduz a vida de Truman, como um deus, cria-lhe um mundo extremamente falso para alguém que é visceralmente verdadeiro. “O Show de Truman” pode ser considerado uma obra profética, realizado em 1998, antes da febre de “Reality Shows” que assolou o mundo, onde todos os movimentos dos participantes são monitorados por telespectadores ávidos por uma falsa realidade...

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Janela da alma – 2002

Janela da alma

Qual é a pior cegueira? É a pergunta dirigida a nós por Saramago, e que, de certa forma pode ser o fio condutor deste documentário, após as diversidades de percepções de mundos ficamos em dúvida: será que realmente vemos o mundo? Enxergamos, quando enxergamos, o que queremos, o que está dentro de nossa possibilidade conceitual e cultural. Eugene Bavcar, um dos entrevistados, é fotógrafo e filósofo e afirma que todas as pessoas que enxergam são cegas, pois vivem em um mundo que perdeu a visão, no sentido em que a televisão é quem propõe as imagens, imagens prontas, tirando-nos a possibilidade de vê-las com o olhar interior. Reafirmando uma das falas do filme, vivemos hoje, verdadeiramente, a caverna de Platão, onde as sombras projetadas são tomadas como a realidade.

Jan...

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All that jazz – 1979

All that jazz

Ter consciência da morte parece ser uma das marcas da humanidade. Sócrates nos ensinava que “filosofar é aprender a morrer”; Pascal reconhecia estarmos “todos condenados à morte”. O diretor Bob Fosse, talvez querendo contrariar a fala de Wittgenstein, para o qual “a morte não pode ser vivida”, apresenta-nos o musical All That Jazz, uma filmagem semi-autobiográfica, onde retrata o cotidiano e os momentos finais da vida do diretor e coreógrafo Joe Gideon (Roy Scheider). O monólogo do comediante Davis Newman (Cliff Gorman) servirá de fio condutor da trama, onde são relatados, satiricamente, os cinco estágios da morte: raiva, negação, negociação, depressão e aceitação...

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Café Filoófico – As Pontes de Madison

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